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Atuação de suposta guerrilha de camponeses invadindo fazendas em Rondônia repercute nacionalmente

Atuação de suposta guerrilha de camponeses invadindo fazendas em Rondônia repercute nacionalmente

“Estamos diante de um caso de segurança nacional”, disse Alexandre Garcia.

O jornalista Alexandre Garcia repercutiu esta semana em seu canal na Internet a atuação de uma suposta guerrilha composta por aproximadamente 40 milicianos e que vêm invadindo fazendas, colocando funcionários de propriedades pra correr através da força de intimidação e com a utilização de armamento pesado no interior do Estado.
Segundo o renomado jornalista, dentre os relatos feitos por Marcos Rocha, na capital federal, o grupo possui o nome de ´Liga Camponesa dos Pobres´. Na realidade, o nome correto seria Liga dos Camponeses Pobres (LCP), um grupo criado em Rondônia em 1999 e que defende uma Resolução Agrária e que teria ligação com as Farc colombiana.
O grupo, segundo relato do jornalista, ´tem todas as características, estratégicas, táticas, armas, ligações com drogas, e muita munição´. Toda as fazendas, segundo ele, foram assaltadas com modus operandi idênticos por homem muito bem armados, que espancam os funcionários dessas fazendas e dão muitos tiros para o alto.
O jornalista disse ainda que a “polícia e a inteligência da Segurança Pública estadual já descobriram, inclusive, ingredientes para refino de droga´. A situação está tão crítica que já motivou, inclusive, uma reunião em Brasília, envolvendo os Ministérios da Defesa, Ministério da Justiça, Procuradoria da República e Conselho Nacional de Justiça.
Em seu post na Internet, denominado ´´ MISSÃO CAMPO PROTEGIDO´´, Marcos Rocha fala que apresentou ao presidente Jair Bolsonaro o problema das invasões e crimes bárbaros cometidos em Rondônia. Mostrei as imagens dos nossos policiais assassinados, de jovens executados, torturas, fazendas produtivas e legais destruídas, casos de estupros, destruição da floresta, roubos e estoque de armamento de uso exclusivo das forças armadas, refino de cocaína e outras drogas (a lista é grande).

Fonte: rondoniadinâmica

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