Fátima Gavioli: Da Sala de Aula ao Congresso Nacional
Goiânia (GO) — A trajetória de Fátima Gavioli não nasce nos gabinetes nem se limita a relatórios técnicos. Ela começa na base, passa pela sala de aula, atravessa a gestão pública em Rondônia e ganha projeção nacional ao assumir a Educação em Goiás. Agora, como pré-candidata a deputada federal, a educadora se apresenta ao eleitorado com um ativo raro na política: a combinação entre vivência do dia a dia do povo, resultados concretos como gestora no setor educacional e coerência política.
Natural do Paraná, Fátima Gavioli construiu sua vida adulta no Norte do país. Em Rondônia, conheceu de perto as dificuldades de quem depende exclusivamente dos serviços públicos. Antes de se tornar gestora, foi professora, coordenadora regional e, mais tarde, secretária de Estado da Educação — função que a projetou nacionalmente. À frente da pasta, enfrentou gargalos históricos, promoveu reorganização administrativa e contribuiu para a melhoria de indicadores educacionais, experiência que a credenciou para desafios ainda maiores.
Foi justamente essa trajetória em Rondônia que abriu as portas para Goiás. Em 2019, Fátima Gavioli recebeu o convite do governador Ronaldo Caiado para assumir a Secretaria de Educação de um dos maiores e mais complexos sistemas estaduais do Brasil. A escolha não foi casual. Caiado buscava uma gestora com perfil técnico, pulso administrativo e capacidade de execução — características que Fátima já havia demonstrado no Norte do país.
Em Goiás, passou a lidar com uma rede extensa, desafios estruturais históricos e, pouco depois, com o impacto sem precedentes da pandemia da Covid-19. O período exigiu decisões rápidas, diálogo permanente com profissionais da educação e foco rigoroso em resultados. Internamente, sua atuação consolidou uma relação de confiança e lealdade política com o governador, baseada não apenas em alinhamento institucional, mas sobretudo em entrega administrativa.
A vivência cotidiana com professores, alunos, famílias e gestores escolares moldou o discurso que agora leva à pré-campanha. Fátima se apresenta como alguém que conhece a realidade da periferia, do interior e das escolas públicas, mas que também domina a linguagem técnica necessária para formular e discutir políticas públicas em nível nacional. A educação, claro, é o eixo central — não apenas como política social, mas como estratégia de desenvolvimento, mobilidade social e segurança pública de longo prazo.
No campo político, sua pré-candidatura se ancora em três pilares bem definidos:
Sua aposta é transformar a experiência acumulada em Rondônia e Goiás em voz ativa no Congresso Nacional, defendendo educação, gestão responsável e políticas públicas conectadas com a vida real dos brasileiros.


