- “Quadrilha do PIX” tem agido desde o começo do ano
- Vítimas são sequestradas e obrigadas a fazer um pagamento instantâneo
- Geralmente, o valor da transação é alto
Desde o começo do ano, quadrilhas especializadas estão sequestrando pessoas e obrigando que elas façam um PIX. As “quadrilhas do PIX” são responsáveis por sequestros-relâmpago, que miram geralmente quem está de carro e que só terminam quando um valor altíssimo é pago aos criminosos por meio do sistema de pagamento instantâneo feito pelo celular.
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Na última quarta-feira, quatro homens foram presos depois de sequestrar e aplicar o golpe em um casal, que transferiu R$ 26 mil aos criminosos. Em geral, durante o período em que estão reféns, as vítimas são ameaçadas, têm armas apontadas para suas cabeças e são até agredidas até conseguirem o dinheiro.
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As transações podem ser feitas tanto pela vítima como pelo próprio criminoso. Em alguns casos, os bandidos só pedem que o celular seja desbloqueado e fica responsável pela transferência.
Ações do Procon-SP
Em junho, o Procon-SP notificou 10 bancos e três associações financeiras pedindo explicações sobre segurança nos aplicativos devido a transações indevidas feitas por criminosos a partir dos celulares das vítimas.
Além disso, Motorola, Apple e Samsung também foram notificadas. O objetivo era de que as empresas dessem explicações sobre como funcionam os sistemas de segurança e o acesso a informações disponíveis nos aparelhos, vulneráveis depois roubos furtos e golpes.



