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AROM pede informações ao governo sobre dívidas de empresas

AROM pede informações ao governo sobre dívidas de empresas

AROM pede informações ao governo sobre dívidas de empresas

O presidente da Associação Rondoniense de Municípios (AROM), Célio Lang, informou que a entidade solicitou informações ao governo sobre as dívidas das empresas com o Fisco. Da mesma forma que a Energisa, nova distribuidora de energia, está buscando acordo através do Refis para pagamento dos débitos em atraso, outros devedores também serão identificados e oferecidas as propostas de parcelamento. Esses recursos, segundo Célio, serão bem vindos na época de crise, pois parte é destinado aos municípios.“São muitas as empresas que devem o estado, outras que chegam a possuir dívidas de R$1 bilhão. Estamos pedindo um levantamento através da AROM para que o Governo de Rondônia faça o REFIS (Programa de Recuperação Fiscal) dessas empresas para arrecadar os valores”, explicou Célio Lang.
Para agilizar o pagamento desses recursos, o Governo de Rondônia retirou os valores extras adicionados ao longo dos anos, e o dinheiro será pago pela empresa, beneficiando o estado, os municípios e os poderes legislativo e judiciário de Rondônia. Durante entrevista no Informe Na Hora, no entanto, o presidente da AROM esclareceu que a associação está atrás não apenas do pagamento da dívida da Energisa, mas também de diversas outras empresas que possuem grandes endividamentos com o estado e ainda não realizaram esses pagamentos.

FONTE:RONDONIAGORA.

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Fogaça: Câmara promulga projeto que obriga sanitização de estabelecimentos A Câmara Municipal de Porto Velho promulgou e publicou no Diário Oficial dos Municípios desta quarta-feira 07.07, a Lei nº 2.827/2021, de autoria do vereador Everaldo Fogaça que obriga a sanitização de ambientes fechados com acesso coletivo, climatizados ou não, públicos ou privados, a fim de evitar a transmissão de doenças infectocontagiosas, bem como o controle do novo coronavírus. Segundo a Lei, todos os ambientes fechados com acesso coletivo, públicos ou privados, climatizados ou não, devem ser higienizados e sanitizados através do processo de aplicação de agente ou produto capaz de reduzir o número de microrganismos patogênicos a níveis seguros de acordo com as normas de saúde pública, preconizadas pelo Ministério da Saúde e demais órgãos competentes. Outro ponto marcante da Lei é a sanitização a cada 60 dias por empresas como supermercados, hotéis, padarias, açougues, boates, bares, restaurantes, lanchonetes, consultórios médicos, odontológico, condomínios, repartições públicas e privadas que recebem diariamente fluxo acima de cinquenta pessoas. A Lei ainda precisa de regulamentação pelo Município. De acordo com o vereador, a norma é necessária, para garantir o maior controle da proliferação de doenças na cidade. “Não é apenas o Coronavírus, mas outras doenças que se instalam em ambientes fechados. É uma questão de saúde público e que certamente vai contribuir para a diminuição na contaminação de doenças diversas, inclusive em ambiente de trabalho”, ressaltou o vereador.
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