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Porto Velho ultrapassa 37 mil famílias atendidas por programa federal de subsídio ao gás de cozinha

Porto Velho passou a integrar, nesta semana, uma nova fase de expansão do programa federal Gás do Povo, que garante auxílio financeiro para a recarga do botijão de gás de cozinha. Mais de 37,2 mil famílias da capital rondoniense passam a ser contempladas com o benefício, destinado a reduzir o impacto do custo do gás no orçamento de famílias de baixa renda.

A iniciativa é coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), em parceria com o Ministério de Minas e Energia (MME). Nesta etapa, o programa alcança moradores de 17 capitais brasileiras que ainda não haviam sido incluídas na fase inicial, lançada em novembro do ano passado.

O auxílio é concedido por meio de um vale, que pode ser utilizado diretamente em revendedoras de GLP credenciadas. A expectativa do governo federal é que, até março, o Gás do Povo esteja em operação plena em todos os 5.571 municípios do país, atendendo cerca de 15 milhões de famílias — o equivalente a aproximadamente 50 milhões de pessoas.

Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, o programa tem impacto direto na segurança alimentar das famílias mais vulneráveis. Ao reduzir o gasto com o gás de cozinha, o benefício permite que parte da renda seja direcionada à compra de alimentos ou a outras despesas essenciais.

Além de Porto Velho, foram incluídas nesta fase as capitais Aracaju, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Palmas, Rio Branco, Rio de Janeiro, São Luís e Vitória.

De acordo com o governo, mais de 10 mil pontos de comercialização já estão credenciados em todo o país, o que representa cerca de uma em cada seis revendas de GLP em funcionamento. Com essa estrutura, a maior parte das famílias beneficiárias tem acesso a um ponto de atendimento a poucos quilômetros de suas residências, estratégia considerada fundamental para ampliar a cobertura e combater a chamada pobreza energética.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirma que o programa também tem reflexos na saúde pública. A substituição de combustíveis como lenha, carvão e querosene pelo gás de cozinha reduz a exposição a fumaça tóxica e diminui riscos de doenças respiratórias e acidentes domésticos, especialmente entre mulheres e crianças.

Para ter direito ao benefício, a família precisa estar inscrita no Bolsa Família, ter pelo menos dois integrantes, renda per capita de até meio salário mínimo e cadastro atualizado no Cadastro Único nos últimos dois anos. O CPF do responsável familiar também deve estar regular, sem pendências cadastrais.

As informações sobre elegibilidade, situação do benefício e localização das revendas podem ser consultadas pelo aplicativo “Meu Social – Gás do Povo”, que também disponibiliza contatos dos estabelecimentos credenciados para esclarecimento de dúvidas.

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